Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 05/09/2019
Conhecida como uma toxicomania, o tabagismo caracteriza-se pela sua dependência física e psicológica ao consumo de nicotina, uma vez que levam milhares de pessoas a contraírem problemas respiratórios. Dessa forma, é fato que essa prática permeia a sociedade brasileira e põe em risco a saúde da população, haja vista que a carência de políticas públicas ao combate do tabaco pelo Estado, bem como a minimização das consequências do cigarro pelas pessoas propagam a problemática no país.
A priori, segundo o filósofo Aristóteles, a política deve ser implantada de maneira que, por meio da justiça, a harmonia alcance o meio social. Nesse prisma, constata-se que a omissão estatal frente a promoção de campanhas de combate ao consumismo do cigarro rompe com tal equilíbrio. Isso acontece porque há uma extrema carência de fiscalização no âmbito social no tocante à venda de cigarros aos menores de idade e ao tráfico de cigarro vindo dos países vizinhos. Além disso, percebe-se que tal descaso do poder público permite a ação persuasiva da mídia no consumo do tabaco através de propagandas, filmes e séries. Com efeito, tem-se ampliação nos gastos de saúde pública pelo fato de haver um aumento no número de casos de doenças respiratórias na população.
Outrossim, constata-se que a minimização do tabagismo instaurado na sociedade perdura há anos e fomento ao caos. Nesse viés, é notório que a população tacha o cigarro como uma “droga pouco ofensiva” e propaga tal modismo no Brasil. Sendo assim, a sociologia social afirma que o “viés de grupo” influencia nessa onda de consumo do tabaco, principalmente entre os mais jovens, haja Vista que muitos precisam adquirir as práticas de fumo para serem inseridos nos grupos de amigo. Com isso, observa-se uma elevação do número de cânceres na via respiratória e problemas pulmonares por causa desses atos impensados.
É evidente, portanto, que há entraves para a mitigação do tabagismo e chegar ao equilíbrio conforme Aristóteles. Destarte, o Governo Federal, junto ao Ministério da Saúde, deve promover campanhas que amenizem gradativamente o número de fumantes e amplie atos fiscalizatórios no país, por meio de projetos de leis e de fiscalização, no fito de impedir tal consumismo entre os menores de idade e punir aqueles que incentivam essas práticas de consumo (com multas). Ademais, a mídia e as escolas podem lançar projetos que explique de modo imperativo aos jovens e a população os malefícios da prática de fumo no país, por intermédio de aulas e propagandas, no intento de formar cidadãos mais morais e conscientes.