Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 02/09/2019
Notoriamente, há muito tempo é possível presenciar, em algum momento, atos de maus-tratos contra animais, independente se são domésticos ou silvestres. Por vezes, caracterizamos como maus-tratos apenas atos explícitos, induzidos a ignorar a violência inserida na forma de entretenimento que conta com inúmeros espetáculos realizados por animais domesticados e também no desejo insaciável, existente no ser humano, de obter lucros. É possível observar, por exemplo, na animação infantil “Madagascar”, a realidade de animais mantidos em cativeiro e em situações precárias, servindo de entretém para as pessoas que visitam determinado zoológico.
Precipuamente, vale observar que a utilização de animais para diversão de um público delimitado, tem suas raízes em outrora. Durante a Roma Antiga, para amenizar problemas sociais enfrentados pelo governo da época, utilizava-se uma estratégia conhecida como “Pão e circo”, no qual, em data específica, os romanos encontravam-se no coliseu a fim de presenciar uma batalha até a morte entre guerreiros e leões. À medida que os anos passaram, as formas de utilização dos animais para entretenimento modificaram-se, tornando-se facilmente encontrados em zoológicos, circos ou até mesmo em festivais tradicionais, como por exemplo, a Festa do touro que acontece anualmente na Espanha. De todo modo, as raízes do problema enfrentado são fortes e antigas, que leva grande parte da população a pensar ser comum observar animais em condições precárias sem buscar soluções.
Posteriormente, no próprio filme “Madagascar” e em outros desenhos animados, é perceptível uma enorme distinção entre o papel dos animais e o papel do ser humano na natureza. Eventualmente, as crianças são induzidas a distinguirem essa participação dos animais e dos homens, de modo a perpetuar uma visão errônea na sociedade no que tange tal relação. Outro fator importante a ressaltar é a exploração de diversas espécies animais pela indústria farmacêutica brasileira, que visa não apenas o desenvolvimento na medicina contemporânea, mas também os lucros que, no mais tardar, serão obtidos por meios das vendas de determinados resultados encontrados. Em tais atitudes, faz-se possível observar a distinção entre espécies, na qual o homem se coloca superior aos animais, tornando provável problemas futuros na fauna do país por não conhecerem os limites científicos.
Por conseguinte, cabe ao Governo colocar em prática a Declaração Universal dos Direitos Animais. Seja por meio de novas leis que façam a população melhor protege-los dos atos de violência, como, por exemplo, servirem de cobaias para estudos exacerbados ou serem utilizados para apostas e entretenimentos que causem danos à saúde do animal. É necessário que o problema seja encarado por novas perspectivas e que a população compreenda, definitivamente, que tais atitudes são atos ilegais. possibilitando, assim, a evolução do país.