Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 14/08/2019

No filme “Alvin e os Esquilos”, em certa parte da trama, os bichos sofrem estresse emocional após serem explorados para fins lucrativos. No Brasil, a questão dos maus-tratos aos animais ainda persiste, sendo esses violentados, torturados e negligenciados de diversas outras maneiras.Tal situação precisa ser resolvida, de modo a melhorar cada vez mais a relação do homem com a natureza.

Os animais, assim como os seres humanos, possuem memória, sentimentos e percepção de dor. Mesmo de posse dessas informações, é comum muitos indivíduos usarem de bichos, muitas vezes selvagens, como atração em circos. Os animais nessa condição, na maioria das vezes, vive em péssimas condições em que falta água e alimento. Além disso, ainda são submetidos a treinamentos violentos e rigorosos, que causa ainda mais estresse ao ser vivo.

Ademais, diversos animais selvagens são traficados ilegalmente. Segundo dados do Relatório Nacional sobre o tráfico de Fauna Silvestre, o mercado desses bichos, no Brasil, movimenta cerca de 2,5 bilhões de dólares por ano.Essas informações demonstram o atraso nacional no aspecto da ausência de cuidados para com os animais silvestres, que vai de encontro ao pensamento de Mahatma Ghandi, o qual diz que a grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados.

Portanto, é imprescindível que o Governo e o Ibama se unam para resolverem esse impasse. Para isso, devem incentivar cada vez mais as denúncias para casos de maus-tratos aos animais, por meio de projetos educacionais nas Escolas, envolvendo debates com professores e alunos, como também, uma ampla divulgação midiática envolvendo entrevistas em jornais e exposição de documentários retratando a realidade de muitos bichos. Ação que, aplicada no presente, pode modificar positivamente  as relações da sociedade com a natureza.