Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 12/07/2019
Um dos primeiros modos de subsistência do Homo Sapiens foi a caça. Esse modo de vida era compatível com a situação ainda primitiva que o homem vivia. Entretanto, no mundo moderno, o abate animal não desempenha o mesmo papel, pois passou de uma necessidade para um meio de se obter lucro. Nesse contexto, é válido analisar como o debate sobre a exploração animal se faz cada vez mais necessária no século XXI. Primeiramente, é conveniente analisar como as indústrias têm tratado os animais apenas como matéria-prima de seus produtos. Schopenhauer, filósofo alemão, já dizia que os animais não são artigos fabricados para o nosso uso, todavia o ser humano contemporâneo parece não se importar, já que tem se tornado cada vez mais comum o notícias de animais em situação degradante seja para fins reprodutivos, alimentícios, cosméticos e até mesmo para produção de vestuário.
Por outro lado, a corrente do veganismo/vegetarianismo tem ganhado cada vez mais adeptos fazendo com que a discussão sobre abusos animais se torne mais frequente. Exemplo disso é a ativista Luísa Mell que luta em prol da defesa dos animas e ja possui em torno de 3 milhões de seguidores no Instagram, demonstrando que o entrave ganhe espaço nas discussões contemporâneas.
Infere-se, portanto, que a espécie humana precisa passar a se comportar como uma espécie evoluída que é questionando e abandonando hábitos arcaicos com relação aos animais. Em primeiro lugar, cabe aos deputados criarem um projeto de lei que puna severamente pessoas e instituições responsáveis por maus tratos, por meio de criação de um órgão que fiscalize esses ambientes constantemente, a fim de que seja erradicada essa atitude. É dever da população também se informar sobre os produtos que são adquiridos, através de pesquisas na internet, para que não haja compra de produtos que utilizam de exploração animal.