Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 05/06/2019

“O homem faz da terra o inferno para os animais” segundo a frase do famoso filósofo alemão Schopenhauer, as condutas humanas nunca foram de encontro ao bem de qualquer ser vivo, além dele próprio. Seres indefesos foram e permanecem sendo usados de inúmeras formas pelo bem e até mesmo capricho humano, temos como exemplos as caças desportivas, o  uso como cobaias, e ainda sua morte pelo emprego indiscriminado de suas peles, penas , chifres e dentes. E tudo isso leva a varias conclusões, a arrogância humana e a falta de empatia que vem causando intermináveis casos de maus-tratos aos animais pela historia e ao redor do mundo.

O ano é 2019  e em uma das filiais da rede de supermercados Carrefour, um cachorro é espancado, expulso e posteriormente morto por envenenamento por um dos funcionários da empresa. Onde essa ocorrência teve repercussão nacional e consequentemente o culpado foi identificado e punido, e este é um aro em mil, onde todos os dias centenas de casos são notificados e não devidamente executados. No Brasil por sua gigantesca diversidade de fauna e flora possui uma necessidade ainda maior de preserva-las, e é um dever constitucional punir os que ferem, os expõe ao estresse e a insalubridade, a punição na escrita é aumentada em caso de morte do animal, contudo a aplicabilidade desta assim como de varias outras leis, é frouxa e cheia de brechas.

Além das agressões físicas, o abandono e descaso em relação a eles se encaixa como maus-tratos, e esta é muito uma questão social, onde o animal é visto como um objeto a ser exibido e descartado quando não mais conveniente, um exemplo típico são as vaquejadas que são claramente crueldades a esses animais em particular o boi. Levando a outra questão cultural, na China a um evento chamado de Festival da Carne de Cachorro e Licor de Lichia, onde o prato principal é a carne de cachorro, em que estes são adquiridos de forma ilegal, e são assados, cozido e comidos por e pela cultura de um povo, contudo tão valida quanto a cultura de se comer um boi, porco ou vaca que são vidas igualmente.

A luz dos pontos levantados, faz-se necessária uma reavaliação  de como são procedidos os casos de denuncias de maus-tratos ao animais, onde o Ministério do Meio Ambiente com auxilio de ONGS examinem se está de ocorrendo de fato as punições devidas de acordo com os infrações cometidas, atreladas a uma fiscalização especializada mais frequente e ainda ao planejamento de projetos de conscientização da importância da vida, debates sobre como os animais também sofrem e necessitam de proteção, o ensino primário deve ser priorizado para que as crianças já cresçam com apatia e amor ao próximo ser vivo, independente da espécie.