Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 13/05/2019
No dia 4 de outubro é o comemorado o dia dos animais, seres sencientes - capazes de sentirem dores e sentimentos. Por tal característica, é declarado na lei N° 9.605 da Constituição Federal, a proteção aos abusos e agressões sofridas por eles. Todavia, de acordo com a Jovem Pan, os maus-tratos à animais é o 5° crime mais cometido no Brasil, moldando, assim, diversas prisões e consequências na vida desses bichos.
Em primeira instância, “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, mostra a balbúrdia gerada pelos animais após terem seus direitos tomados. Em contrapartida, ao comparar essa obra à realidade, as agressões podem influenciar uma espécie de distopia futura, causada por uma possível revolução, ao qual eles se cansarão de terem seus direitos violados.
Por conseguinte, há lugares onde a brutalidade acontece naturalmente; é exemplo a vaquejada, ao qual também é reconhecida como uma modalidade esportiva. Por sua vez, os circos também não se distanciam desses cenários; nesse caso, os bichos são machucados em seu processo de treinamento para o entretenimento humano.
Outrossim, como diria Michel Foucault em sua obra “Vigiar e Punir”, táis cenários agem como suplícios, uma vez que interferem diretamente na vida desses indivíduos, os punindo ao retirá-los de seus habitats e mudando seus nichos ecológicos.
Em síntese, para que ocorram mudanças, as autoridades devem revigorar a lei que rege o direito aos animais e aumentar a vigilância em vaquejadas, circos e demais cenários que trabalham com bichos. Por sua vez, a sociedade deve ajudar nesse monitoramento, fazendo denúncias de possíveis casos; para que assim o índice de agressões diminua.