Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 11/02/2019

Consoante o Filósofo Italiano, São Tomás de Aquino, todos os indivíduos de uma mesmo sociedade democrática possuem a mesma importância, além de mesmos direitos e deveres. No entanto, quando se observa a precária condição na segurança e dignidade ofertada aos animais, verifica-se que isso não aconteça na prática,  e a problemática persiste intrinsecamente a realidade do país. Nesse contexto, dois aspectos fazem-se relevantes: a ineficiência na aplicação leis e a negligência estatal.

É indubitável que os aspectos governamentais estejam estre as causas principais desse obstáculo. Tal fato se reflete em notícias sobre ocorrências de animais serem retirados dos seus habitats naturais, para serem transportados em jaulas de zoológicos, como também nos cativeiros, com objetivo de serem usados para venda ilegal e caças. Ademais, animais são encontrados em ruas, sem antecedentes de moradia e sem donos, o que garante ao elevar agressões até a morte, devido a falta da ineficiência na aplicação de leis pela fiscalização que as tornam impunes os que ferem e abusem de animais.

Outrossim, ressalta-se o desprezo da comunidade que ainda é o agente ativo à segregação aos animais frente à sociedade. Segundo dados do IBGE - cerca da  média de concentração de casos de violência e maus-tratos nos animais ultrapassam 10%. Prova disso, os donos e parentes maltratam e abandonam, como se fossem objeto de utilidade momentânea e, principalmente nos experimentos que machucam. Percebe-se então, a raiz perversa do problema, associado ao capitalismo, desviando os direitos e cuidados dos animais para o lucro, ou seja, o animal torna-se produto do consumidor, sendo sustentados pela negligência estatal.

Portanto, medidas estratégicas são imprescindíveis para resolver o impasse. Para tanto, o Ministério da justiça deve vigorar melhor a lei, por meio de implantação de multas e até prisões dos indivíduos que cometeram esse crime. Aliado a isso, ONG´s devem dedicar-se na elaboração de projetos sociais, como em compartilhar cartilhas educativas que informem alternativas de tais denúncia, defendendo os direitos dos animais e participarem em campanhas e assistências. Além disso, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) deve ofertar palestras em escolas públicas, para alunos do ensino médio, ao transmitirem a obrigação de denúncias, bem como especialistas do assunto. Tais palestras devem ser webconferenciadas nas redes sociais dos ministérios, com objetivo de oferecer mais lucidez sobre “Alternativas para combater  os maus-tratos aos animais no Brasil”.  Dessa maneira, constata-se Oscar Wilde " o primeiro passo é o mais importante para evolução do homem",  ação iniciada no presente, é capaz de mudar o futuro de toda sociedade brasileira.