Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 03/02/2019
Segundo Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas são características presente na sua obra “Modernidade Líquida” e persistente durante o século XX. Embora o pensamento do Sociólogo Polonês, essa realidade perpetua-se com as “Alternativas para combater os maus-tratos aos animais”, e em detrimento da ineficiência para aplicação de leis contra a Defesa mundial dos animais do acompanhamento desse público e consonância governamental inobservante à constituição.
É indubitável que os aspectos governamentais estejam entre as causas principais para o combate aos maus-tratos, tendo em vista que há notícias sobre ocorrência de animais serem retirados de seus habitats naturais, para serem transportados em jaulas, a fim de serem vendidos e utilizados para caça. De com o artigo 3 da constituição brasileira, é dever estatal de construir uma sociedade livre, justa e solidária, garantindo o desenvolvimento social. No entanto, seguindo os últimos dados relacionados aos “maus tratos”, a ação legal encontra-se distante na efetivação, haja vista que nota-se a mínima expressividade desse público, ainda em vigência, no que tange à proteção dos animais e à legitimidade citada concentração de 9,6% das estatísticas em média dos casos de violência, segundo notícia da folha de São Paulo.
Outrossim, ressalta-se a negligência da comunidade sendo impulsionador dessa problemática. Segundo Michel de Montaigne, a mais honrosa das ocupações é servir o público e ser útil as pessoas. Todavia, nessa temática, seguindo essa linha de raciocínio do filósofo francês, a atuação produtiva à sociedade encontra-se distante no país, uma vez que mudanças de valores da sociedade são imprescindíveis para romper dificuldades a “Alternativas para combater os maus-tratos aos animais”.
Diante dos fatos supracitados, medidas estratégicas são necessárias para modificar esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com o Ministério da cultura devem oferecer palestras em escolas públicas, para alunos do Ensino Médio, por meio de vítimas do problema, bem com especialistas do quesito. Tais palestras devem ser webconferenciadas nas redes sociais dos ministérios, com objetivo de ofertar mais lucidez sobre “Alternativas para combater os maus-tratos aos animais”, como compartilhar cartilhas que informem alternativas de denúncias dessas práticas para alcançar um público, construindo-se, então, uma sociedade mais fiel para os princípios da constituição e olhe de forma otimista para divergência, pois, como constatou Hannah Arendt: " A pluralidade é a lei da terra" Neste trecho da Filósofa Alemã, infere-se que a sociedade ao longo do seu desenvolvimento encontra-se unida para solucionar situações.