Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 03/11/2018

Como conscientizar a população em relação à violência contra os animais

A violência contra os animais sejam eles domésticos ou silvestres, tem sido cada vez mais relatada nas redes sociais. Por esses meios, as pessoas fazem campanhas para combater os maus-tratos e para ajudar as ONG’s que recolhem e cuidam dos abandonados e machucados. Além disso, muitos cidadãos se envolvem e se unem mais e mais para ajudar os projetos de sua própria cidade.       Infelizmente, mesmo com toda essa movimentação que vêm a ocorrer atualmente, ainda são grandes os casos em que esses seres são prejudicados. Como diz na Lei nº 9.605, artigo 32, será multado e detido, por no mínimo três meses e no máximo um ano, aquele que ser visto ou denunciado por tratar mal algum animal. Contudo, é possível observar que, na maioria das situações, a lei não é aplicada e o indivíduo não arca com as consequências devido aos seus atos horrendos. Ainda, segundo pesquisas, no ano de 2016, os eventos registrados de violência foram de cerca de 628 por mês, um número muito alto quando comparado com os dados de 2011, sendo cerca de 348 no mês.       Com esses números podemos ver que, mesmo com o aumento da divulgação e movimentação de algumas pessoas para diminuir e solucionar o problema, ainda são muitos os indivíduos que não tem conhecimento acerca disso e não reconhecem quão ruim são esses atos. Muitas vezes, essas atitudes começam desde a infância, pelo exemplo que os pais dão aos seus filhos. Por isso, é importante que a semente do bem seja implantada primeiramente nas crianças, para assim formarmos uma nova geração mais consciente em relação não só aos animais, mas também à vida e ao meio ambiente.       Dessarte, para que comece a diminuição da violência contra animais, o Ministério do Meio Ambiente deve desenvolver campanhas de conscientização e transmiti-las na rede aberta de televisão, assim motivando boa parte da população a mudar sua perspectiva. Além disso, juntamente com o MEC, devem desenvolver palestras para incluir no cronograma escolar desde a Educação Infantil.