Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 01/11/2018
Na animação, 101 Dálmatas, a vilã mata animais para usar suas peles na confecção de roupas. Fora dos cinemas, a realidade não é diferente, os maus-tratos com os animais, de silvestres até domésticos, é perceptível no Brasil. Devido à falta de rigidez das leis e a falta de educação familiar e escolar, o problema persiste.
Do ponto de vista do filósofo Aristóteles, a política deve ser utilizada para pregar e fazer justiça. Entretanto, mesmo com a existência de leis que protejam os animais, a justiça não é feita, devido ela ser branda de mais e até ineficiente. Visto que, no país existem mais de 30 milhões de animais abandonados nas ruas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, sem contar os que estão abandonados dentro das próprias casas, mesmo tendo donos.
Outrossim, é importante enfatizar o grande papel da educação para acabar com esses maus-tratos contra os animais. Segundo o renomado pedagogo Paulo Freire, os homens se educam entre si, então se é ensinado em casa e nas escolas que se deve respeitar e cuidar de todos animais, tal pensamento será aprendido e passado de um indivíduo para outro. Logo, é preciso que a família e a escola faça seu papel como educador, com o objetivo de dar exemplo para seus filhos e alunos.
Entende-se, portanto, a necessidade de alternativas para combater os maus-tratos e esses devem ser, urgentemente, realizadas. O Poder Público deve endurecer suas leis existentes, as quais devem ser mudadas e ter sua punições mais severas, para que ninguém fique impune, além disso, o mesmo deve criar sites para que se possa denunciar na internet, a fim de facilitar a apreensão de criminosos. Ademais, o Ministério da Educação deve realizar projetos nas escolas, através de campanhas nas mesmas, para os alunos e pais, com intuito de informar, discutir e educar sua população sobre o dever que todos têm, o de cuidar e respeitar os animais. E assim, as pessoas mudarão e o mundo será mudado também, como disse Paulo Freire.