Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 30/10/2018

Na antiguidade, os cavalos eram utilizados para a locomoção e, principalmente, como meio de vencer as guerras, já no século 20, na primeira guerra mundial, cachorros foram usados como mensageiros. Atualmente, no Brasil, os animais são tratados com afeto e como parte integrante da família. Porém, infelizmente, há pessoas que cometem maus tratos, assim, dois fatores contribuem para esse problema: a falta de incentivos para ativistas protetores dos animais e a ausência de políticas públicas.

Em primeiro plano, vê-se diversas campanhas a favor da proteção dos animais, contudo, ainda, sem grande apoio da população. Segundo o cofundador da Greenpeace Paul Watson: “Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”. Nesse contexto, é importante destacar o papel fundamental desses seres vivos para o equilíbrio ambiental e para a manutenção da relação da humanidade com a natureza. Logo, incentivar os ativistas é indispensável.

Além disso, a intervenção estatal deve ser mais efetiva no combate ao crime contra os animais. Como disse o filósofo italiano Benedetto Croce: “A violência não é força, mas fraqueza, nem nunca poderá ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora”. Nessa conjuntura, uma política de fiscalização deve ser implementada pelo Estado com o intuito de atenuar a violência e a destruição das espécies.

Portanto, para aumentar o apoio populacional à proteção dos animais e fortalecer as ações públicas, a União pode realizar um estudo de viabilidade e, consequentemente, disponibilizar verba para que as autoridades federais e estaduais em parceria com os ativistas possam desenvolver campanhas em locais públicos (com um grande movimento de pessoas), bem como nas mídias - televisivas ou sociais - sobre a importância de cuidar e proteger as espécies. Então, conscientizar a sociedade e assegurar a harmonia dos seres humanos com os animais,  assim, diminuir o índice de maus tratos.