Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 25/10/2018

“Se os animais tivessem uma religião, o homem seria o diabo”. Essa frase de um autor desconhecido evidencia a forma como os animais vem sendo tratados na sociedade. De fato, costumam ser submetidos aos interesses econômicos dos indivíduos sendo muitas vezes vendidos como produtos ou explorados de formas mais violentas.

Por certo, a venda dos animais não se limita apenas aos de estimação. Prova disso, é que na China animais marinhos como tartarugas filhotes e peixes são vendidos como chaveiros. Por causa dessas e de outras atitudes que visam apenas o beneficio econômico, cada vez mais animais somem da natureza só podendo ser encontrados em cativeiros ou as vezes nem isso, como é o caso dos sete animais extintos no Brasil na ultima década.

Por outro lado, a venda de animais não é a unica forma cruel de exploração feita pelo homem. Exemplo disso, é o “Caso Royal” que em 2013 chocou o Brasil com relação aos tipos de maus-tratos sofridos pelos cães da raça beagle sem justificativas e financiado por dinheiro público. Percebe-se, então, certa urgência na adoção de medidas que trabalhem esses problemas e seus efeitos na sociedade brasileira.

Torna-se evidente, portanto que os animais estão sujeitos a diversas formas de maus-tratos, por isso, é necessário que o Governo Federal com ações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), aumente a fiscalização, por meio de parceiras com ONGs e ativistas investigando com mais seriedade denuncias feitas por eles e punindo com mais eficaz o responsáveis por esse tipo de crime.