Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 24/10/2018

A utilização de animais mediante sua domesticação remete ao período Neolítico para necessidades como transporte, auxílio na agricultura, além de questões culturais. No entanto, algumas práticas de maus tratos aos animais ainda persistem, e precisam ser combatidas, já que as demandas se modificaram, bem como as tecnologias para supri-las.  Nesse contexto, torna-se evidente a carência de fiscalização e cumprimento das penas, bem como a atuação, ainda deficitária, da mídia como influenciadora digital.

Sob a perspectiva de Mahatma Gandhi, a grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados. Nesse sentido, apesar da existência da leis eu considera crime os maus tratos aos animais através do artigo 32, a prisão raramente é efetivada e não há uma obrigatoriedade no pagamento das multas. Dessa forma, práticas ilegais como o tráfico de animais silvestres - com a contínuo tratamento e condições precárias -, utilização em brigas e show, além de abandono e violência física continuarão a ocorrer de forma deliberada.

Ademais, a fiscalização e denúncia ainda é predominante nas ONG’s (Organizações Não Governamentais), as quais permanecem com uma visibilidade midiática insuficiente. Por isso, os ativistas têm um papel fundamental na luta e consolidação de direitos a esses bichinhos, que apesar daquela deter espaço em alguns meios de comunicação, ainda não é satisfatório em termos de abrangência populacional.

Urge, portanto, que o Estado crie órgãos fiscalizadores específicos para esses casos de maus tratos aos animais, como também o cumprimento fundado da lei com multas maiores e sua obrigatoriedade de pagar efetivada, além de ocorrência real de prisão. Outrossim, a maior atuação da mídia em propagandas e discussões em torno da temática enaltecimento das ONG’s para maior  adesão popular, contribuindo dessa maneira na fiscalização e denúncia, no intuito de diminuir essa prática