Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 17/10/2018
Ferir, matar ou até praticar ato de abuso contra um animal é considerado crime, seja uma animal doméstico ou silvestre. Embora, haja punições para situações como esta, visivelmente não é rigoroso. Além da violência, há casos em que o animal vive em situação precária. Contudo, passam dias sem comer ou beber. Além de enfrentarem dias de chuvas ou sol exposto por correntes.
Segundo o jornal EXAME, em 2016 a polícia registrou 21 casos de maus tratos por dia. Um número gritante de animais que vivem de forma suscetível. Animais que nunca receberam assistência veterinária, entre outros, animais que são usados para o trabalho excessivo.
Diante de tantos animais domésticos que sofrem, há também os animais silvestres que são caçados para meios benéficos, pessoas que usam de um animal a fim de ganhar lucros. Mesmo havendo lei que proíbe tal ato, não há ampla assistência para dar a punição devida. Decerto que, as punições não são de fato exigentes para aplicar sobre ele.
Colando em questão, existem também os animais que são usados em shows e animações, que recebem auxilio necessários, alguns deles são torturados e não aguentam viver por muito tempo. Por conseqüência disso, tem o caso da onça juma, que foi morta brutalmente após um desfile. Vivia de forma horrenda tal qual era exposta, logo após ser exibida no evento ela havia sido acorrentada. A onça, como instinto, avançou e não conseguiram acalmá-la com tranquilizantes. Esse não é o primeiro caso em que animais são submetidos a uma vida aterrorizante sem que providências sejam tomadas.
Portanto, tornar as leis mais rigorosas é partir para o fim dos maus-tratos. De acordo com o artigo 32, existe a pena e multa para o acusado. O culpado deve pagar pelos seus atos de forma que não volte a cometê-los novamente, sendo assim, aumentando a pena de prisão junto com a obrigatoriedade do aumento das multas. Ampliando e valorizando todos os meios de denúncias para que casos como esses sejam ouvidos e resolvidos pelo bem do animal. Em caso de maus tratos é importante que a vigilância sanitária seja acionada. O animal não é meio de reprodução para meios lucrativos e benéficos.