Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 17/10/2018
Durante a Segunda Guerra Mundial, Adolf Hither foi o primeiro político ao criar leis que defendessem os direitos dos animais. Em contrapartida com a realidade, apesar dos animais terem seus direitos garantidos pela Constituição, ainda são vítimas da exploração, abandono e violência na sociedade. Sendo assim, é preciso rever os conceitos nefastos no País.
De acordo com o IBGE, o Brasil tem a 4° maior população de animais de estimação do mundo. Entretanto, é evidente a quantidade de bichos abandonados na rua em situação precária, correndo o risco de vida e sendo maltratados. No estado da Paraíba, por exemplo, a prefeitura municipal de Iguaracy, mandou matar certa de 30 cães por estarem ocupando os espaços urbanos. Com isso, fica evidente, que há uma nítida representação, revelação de maldade e não civilização do homem na dignidade animal.
Em 2016 o Supremo Tribunal Federal (STJ), julgou a vaquejada como prática ilegal, relacionada a maus tratos e, portanto, proibida. Conquanto, após a decisão da justiça, houve milhares de manifestações em todo Brasil contra a decisão, defendo que, indivíduos se sustentam da rentabilidade dessa atividade. Diante disso, o Congresso Nacional aprovou a vaquejada como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Contudo, tal prática altera o direito do animal, de modo que, a calda do boi é rompida e acaba o prejudicando. Desse modo, a prática continua, mas há necessidade de uma fiscalização com o objetivo de minimizar essas crueldades.
Fica claro, pois, que é essencial alterar posturas que dificultam os direito do bicho. Sendo assim, é preciso que o governo federal crie orgãos específicos para que crimes como estes não fiquem impunes. Além disso, o poder público municipal deve está comprometido com o controle da população dos animais através de métodos de proteção como a castração-diminuir a reprodução para que menos animais sofram. Outrossim, a mídia deve promover propagandas evidenciando o papel importante da adoção e mostrando que a maldade não confere a uma atitude harmônica de uma sociedade. Só assim, o respeito passará a ser prioridade na coletividade.