Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 03/10/2018
Todos os seres vivos, têm direito de obter a sua felicidade, e não cabe a ninguém tirar isso deles. Porém, as pessoas, mesmo tendo conhecimento disso, conseguem ser cruéis com os animais, e isso é uma atitude desumana, pois eles se esquecem totalmente que outros seres, só diferem de nós, humanos, por alguns processos evolutivos, ou seja, não são diferentes de nós para os tratar de uma forma hedionda. Maltratar alguém, sendo uma pessoa ou animal, significa espancar, açoitar ou tratar com crueldade, fisicamente ou psicologicamente.
No Brasil, os casos de maus-tratos aos animais estão crescendo cada vez mais, como por exemplo, nesta reportagem recente: A reportagem do G1 recebeu nesta sexta-feira (20) duas denúncias de maus tratos a animais na Região Serrana do Rio. Isso só mostra o quanto é comum esse martírio e o quanto é necessária alguma medida para acabar, ou ao menos reduzir, essas ocasiões.
No fim, tudo se baseia na educação. Um adulto não irá matar um gato por “diversão” se souber desde criança que isso não é o correto, mas isso poderá acontecer, se na infância, essa pessoa não teve exemplos o suficiente para distinguir o certo e o errado. E ainda, além disso, precisamos de programas e leis que sejam mais rigorosos com essa questão para ajudar estes animais e punir de alguma forma aqueles que praticaram a ação, com intenção de que estes aprendam com os seus atos. Um bom exemplo de um programa criado para esses fins é a PEA (Projeto Esperança Animal), que lida com diversas denúncias procurando ajudar o maior número de animais em momentos precários. Claro, também existe as leis, como por exemplo: Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais, Art. 32º: Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Agora, a única coisa que precisamos, é que essa lei seja posta em vigor de uma forma mais dura, e assim, boa parte dos cidadãos, ao menos irão pensar mais antes de cometer tais atos.
Para controlar essa questão, seria necessário que as pessoas, começando na infância, aprendam que os animais, sentem tanta dor quanto os humanos. Quando se discorre sobre isso, é em um sentido de ensinar as crianças a ter empatia e amor à vida, para que estas não repitam casos de maus-tratos, por que estariam condicionadas desde cedo a não maltratar uma vida alheia. Com auxílio das leis, dos programas de proteção aos animais, e as pessoas de bem, todos os casos de maus-tratos podem sim, diminuir, só precisamos prestar mais atenção a tudo que ocorre a nossa volta e com as pessoas que estão em nossas vidas.