Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 04/10/2018
Nos dias de hoje ainda é um problema muito comum os maus-tratos dos animais, embora o Brasil e o mundo tenha feito uma série de avanços no que se refere a proteção deles, ainda nos deparamos com muitos casos de negligência, provando que muitos esforços ainda devem ser feitos para alterar o cenário atual.
Ao analisar o cenário histórico percebe-se que o ser humano já tentava dominar animais com a imposição da força, esse fato é comprovado, por exemplo, pela tradicional forma de adestramento de cavalos e cachorros, a qual muitas vezes é feita com o uso da agressividade. Isso ocorre por uma herança cultural de dominação de animais, a qual se conservou e negligenciou muitas formas possíveis e mais gentís de domesticação.
Como consequência, a sociedade segue acreditando na naturalidade de poder tratar animais com violência e agressividade e muitas vezes acreditando de que os animais existem para servir aos seres humanos. Como na Primeira Guerra Mundial, na qual estima-se que cerca de 8 milhões de cavalos foram dizimados. A maior parte morria de fome e exaustão, sacrificados ou abandonos nas longas travessias entre os campos de batalha.
Felizmente, mesmo havendo essa parcela de pessoas que ainda agem com crueldade em relação aos animais, também há cada vez mais entidades, associações e ONGs que continuam lutando pelos animais. Tais associações devem estimular práticas não agressivas de domesticação e adestramento, informando e realizando cursos gratuitos sobre o tema para quem se interessar. Os cursos oferecidos pelas ONGs devem visar combater estratégias agressivas de dominação. Além disso, o Governo deve instituir penas mais severas, aumentando o valor das multas e exigindo a prisão dos casos reincidentes, com o intuito de cessar os maus-tratos. Dessa forma, teremos uma relação de mais respeito de homens para com os animais.