Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 27/09/2018
Espancados, mutilados, abandonados e até torturados. Essa é a triste realidade dos animais domésticos do Brasil. No entanto, Cogita-se, com bastante frequência, a discussão acerca de alternativas para combater os maus-tratos aos animais. Contudo, essa questão percorre de norte a sul, de leste a oeste, todas as capitais da nação, de maneira intensa e recorrente, principalmente pela falta de apoio do Estado. Dessa forma, há dois fatores que não podem ser negligenciados: a deserção excessiva de animais e, em consonância, o entretenimento desses bichos.
Em primeira análise, vê-se que o abandono de cães e gatos no país é um dos principais fatores para a persistência do problema. Segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no país existem mais animais de estimação do que bebês. São 45 milhões de recém-nascidos contra 50 milhões de “pets”. Assim, tendo em vista que o abandono é, de certo modo, um maltrato, fica indiscutível que o desanco com o grupo deve ser combatido no território brasileiro.
Outrossim, cabe destacar que a cultura do aprisionamento é aplicável em diversas categorias de bichos para o divertimento. Nas produções cinematográficas da franquia Disney, por exemplo, isso fica ainda mais evidente na animação de “Madagascar 1”. Onde, o personagem principal é submetido a ser atração de um zoológico e fica perante a diversão dos visitadores do local. Portanto, fica claro que o emprego de animais em atividades de lazer apresenta um aspecto para a continuação do obstáculo. Diante dos argumentos supracitados, fica evidente que a nação verde-amarela deve se voltar para essa classe de animais que necessitam livra-se do cárcere que é o abandono e o aprisionamento. Desse modo, o Governo com políticas interventivas, aliados aos órgãos privados e à sociedade, podem atenuar a problemática atual do país: o Estado maior com a fiscalização mais intensa das leis já existentes, a fim de prender pessoas que detém de bichos nessas situações insalubres, que é o abandono e a captura de alimárias de estimação, e os órgão privados devem oferecer mais oportunidades de asilos e abrigos para, assim, recolher os animais em cativeiro e de ruas, levando ao seu habitat natural ou oferecendo a outros donos. E por último, não menos importante, a sociedade em não ser conivente com cultura do aprisionamento e do entretenimento para com os animais. Como disse a adolescente alemã de origem judaica e vítima do Holocausto, Anne Frank “Apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana.”