Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 28/08/2020

O aleitamento materno refere ao leite produzido pela mulher para alimentar seu bebê, sendo a primeira  e principal fonte de nutrição dos recém-nascidos. Porém no Brasil o aleitamento materno vem caindo, seja pela a busca de maneira mais praticas e o preconceito sofrido pela as mulheres por amamentar em público, impedindo bebê de ter uma dieta rica nutritiva saudável desde os primeiros meses de idades.

Em primeira análise, cabem pontuar que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) a mãe deve preconiza o aleitamento exclusivo até os seis meses do bebê. Contudo, a maiorias das mulheres não seguem as orientações das autoridades, muitas delas não tem licenças maternidades durante os seis meses ou tempo para o aleitamento, recorrendo muitas das vezes logo após o parto a complementação com leite artificial que em sua grane maioria não atendente as necessidade do recém-nascido, refletindo que apenas 39% dos bebês brasileiros de até cinco meses tem o leite materno exclusivo, dados do UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância)

Nesse contexto, a ex-deputada, Manuela d’Ávila viralizou na internet em 2016 em uma foto onde aparece amamentando sua filha durante uma sessão do Congresso Nacional. De maneira análoga, grande partes das mães que amamenta seus filhos em locais públicos já sofreram algum tipo de preconceito causado pela a falta de informação da sociedade sobre o assunto e a hipersexualização do corpo feminino, fazendo muitas mulheres abandonar o aleitamento exclusivo, sabendo que 47% das mulheres do Brasil sofreram preconceito amamentar em público, levando do portal G1 de notícias.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe a Câmaras dos Deputados, através da criação e votação de projetos que garante o direito de uma licença maternidade de 1 ano para todas as mães, além da implantação de um auxílio extra para que as mulheres mais pobres possa exclusivamente amamentar seus filhos e suprir as suas necessidade financeiras. Além disso, a mídia, em parcerias com ONGs (Organização não governamental), por meio de campanhas publicitárias em televisão, rádio e locais públicos, mostrando a importância e naturalização de amamentar um bebê em qualquer local público, proporcionando a quebra do preconceito a essa prática.