Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 08/08/2020
No limiar do século XXI, o aleitamento materno torna-se um tema pertinente inserido na realidade da população brasileira. O aumento de informações sobre a importância do aleitamento materno para as mães é cada dia mais aceito, contudo, ainda há majoritariamente um preconceito enraizado com a amamentação em público, contribuindo assim para a problemática.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que as informações sobre a importância do aleitamento materno está progredindo, uma vez que sua aceitação pelas lactantes são cada vez maiores. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), no Brasil, o índice de amamentação é de cerca de 50%. Ou seja, é notório que grande parte das mães estão tornando-se adeptas a prática do aleitamento e, há um maior conhecimento sobre os benefícios da amamentação para os seus bebês.
Em contraste, é irrefutável que o aleitamento em público ainda é alvo de muitas críticas e discriminação, visto que as lactantes são taxadas com apelidos pejorativos. O filósofo inglês Francis Bacon, em um de seus conceitos, afirma que o comportamento humano é contagioso, torna-se enraizado e frequente a medida que se reproduz. Portanto, pode-se perceber que ainda há uma grande rejeição do aleitamento em público pela sociedade, aumentando assim o receio por parte das lactantes a uma adaptação maior ao aleitamento.
Infere-se, portanto, que a questão do aleitamento materno faz-se presente na problemática brasileira. Dessa forma, cabe ao Governo Federal implementar melhorias na lei já existente, fornecendo segurança em lugares públicos com o intuito de proporcionar apoio as lactantes para tornarem-se cada dia mais adeptas ao aleitamento materno. Ademais, cabe aos hospitais de campanha orientar e fornecer melhores informações para as mães sobre a importância da amamentação nos primeiros seis meses de vida, através de comunicação em massa, como por exemplo, as redes sociais e televisões.