Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 28/04/2020

Nos dias de hoje, um dos assuntos de grande relevância, mas que nem sempre tem a atenção e a discussão necessária, é justamente a questão do aleitamento materno no Brasil. Mesmo com diversos estímulos que existem e que buscam orientar sobre esse tema e sua importância, muito ainda tem que ser mudado e, principalmente, conscientizado.

Esse tema já foi abordado em diversos estudos e, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), somente 39% dos recém-nascidos de até 5 meses são alimentados exclusivamente com leite materno. Isso mostra que a sociedade atual acaba nem sempre optam pelo essencial, mas sim pela praticidade e acabam recorrendo às indústrias lácteas e seus leites artificiais, o que pode ocasionar prejuízos. O aleitamento materno é importante para o bebê, uma vez que fornece os nutrientes adequados para o seu desenvolvimento, entretanto, os benefícios vão além da nutrição, oferecendo outras vantagens, como a proteção do bebê de infecções. Dessa forma, é possível destacar que a amamentação é integralmente importante para a formação do bebê e seu desenvolvimento. Segundo a Constituição Federal de 1988, a saúde é um direito de todos, sendo que o apoio social ao aleitamento constitui um dos principais estímulos à promoção da cidadania por parte da sociedade.

Mesmo assim, o Brasil ainda é um dos países que mais praticam o aleitamento materno, com altos índices e dados, que estão acima da média mundial. Mas, por outro lado, o número de aleitamento poderia ser ainda maior se não fosse a falta de conhecimento e informações da sociedade, que vê a amamentação em locais públicos, diversas vezes, como gesto obsceno.

Assim a conclusão é que a amamentação é de extrema importância e deve ter maior conhecimento da população como um todo. O Ministério da Saúde deve ampliar as campanhas publicitárias e as informações pelos meios de comunicação como jornais, rádios, entre outros. Com isso, a população deve se conscientizar para que esse gesto tenha cada vez mais aumentos.