Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 08/10/2019

Na obra filosófica “O banquete”, de Platão, há um diálogo sobre o amor e seus efeitos. Não obstante, o diálogo supracitado pelo intelectual Fedro defende que o amor desperta o que há de melhor no ser humano: as virtudes. Contudo, a falta de informação sobre a temática do aleitamento materno bem como a letargia governamental rompe o amor entre a mãe e o bebê.

Primeiramente, é indubitável que o aleitamento materno atende todas as necessidades fisiológicas do neném. Por isso, a Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento exclusivo até os 6 meses de vida da criança. Entretanto, as informações supracitadas não chegam a todas as mães que convivem com a falta de informação que pode prejudicar até o desenvolvimento do bebê.

Nesse contexto, o Poder público segue inerte quando ignora os dados do aleitamento materno. Embora, existam campanhas governamentais sobre a importância da amamentação o processo é unilateral quando as campanhas não chegam as mães. Atrelado a isso, a pesquisa do site g1 indica que apenas 39% dos bebês, brasileiros, de até 5 meses são alimentados só com leite materno, ou seja menos da metade dos pequenos são devidamente cuidados de acordo com a sugestão da OMS e enfatiza que providências devem ser cumpridas.

Portanto, medidas governamentais devem ser efetivadas. A campanha “Informe as mamães” deveria funcionar de modo prático e informativo, em que o Poder público juntamente com o Ministério da Saúde poderiam criar pequenos comerciais midiáticos que mostrem a importância do aleitamento materno. Primordialmente, nos comerciais devem estar explícita a forma de amamentação correta, para assegurar as mães a melhor maneira de cuidar dos filhos. Ademais, é necessário que o Poder público espalhe cartazes com a mesma temática em postos públicos para assegurar que toda a população terá acesso a informação e que a maior virtude, supracitado por Fedro, prevalecerá.