Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 06/10/2019
A Organização Mundial de Saúde (OMS), conceitua como saúde o bem estar físico, social e mental. Nesse sentido, a plena saúde somente é possível pelo equilíbrio desses fatores. No entanto, no Brasil hodierno, o cenário dificultoso para a efetivação do aleitamento materno coloca em risco o equilíbrio da saúde das crianças. Essa conjuntura problematica, decorre da falta de informação, durante o pré-natal, acerca da importância do aleitamento e do preconceito sofrido pelas mães socialmente. Torna-se, portanto, indispensável a adoção de medidas de incentivo ao aleitamento materno no País.
Primordialmente, é válido destacar que, apesar do papel fundamental para a saúde da criança, o aleitamento é precocemente abandonado pelas mulheres. Segundo dados da UNESCO, apenas 36% das crianças brasileiras são amamentadas até os 6 meses. Esse fato, decorre da falta de informação acerca da relevância da amamentação, durante o pré-natal. Dessa forma, as crianças ficam vuneráveis as doenças o que desequilibra sua saúde física.
Ademais, também convém salientar que o preconceito desestimula a amamentação no país. Nesse contexto, o sociologo Emele Durkheim afirma que condutas tidas como anormais tendem a ser julgadas pela sociedade e reprimidas. Nesse sentido, o ato de amamentar, ainda visto como anti-higienico e anormal, torna dificultoso o aleitamento em locais públicos e acarreta no abandono desse ato pelas mães.
Dessarte, são urgentes medidas que mitiguem o problema. Primeiramente, é cabível ao Ministério da Saúde, ofertar cursos na rede pública de saúde, acerca da relevância da amamentação para as crianças. O curso, será ministrado por profissionais de saúde durante o pré-natal para mães e pais. Dessa forma, o índice de aleitamento será elevado. Além disso, cabe a mídia trazer o tema em novelas a fim de estimular o debate na sociedade e combater o preconceito contra o aleitamento em lugares públicos. Assim, a saúde das crianças será assegurada.