Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 17/11/2020
A Constituição Federal Brasileira de 1988 garante a todos brasileiros direitos básicos como educação, moradia e saúde.No entanto, ao analisarmos taxas de gravidez na adolescência observa-se números alarmantes, expondo a falta de ações governamentais para lidar com a situação.Ademais, essa situação persiste socialmente pautada na falta de legislação estatal para conter o avanço da gravidez na adolescência e na falta de ação no seio familiar, pois a relação sexual ainda e tratada como um tabu na família brasileira.
É relevante abordar, em primeiro lugar, a falta de legislação estatal para lidar com o problema da gravidez na juventude.De acordo com Nicolau Maquiavel, até as leis podem ser ineficientes diante da cultura e do comportamento humano.Nesse contexto, é possível constatar que o problema da gravidez indesejada persiste não só na falta de legislação, mas também, pelo descaso com a responsabilidade de um sexo seguro.
Além disso, outra dificuldade encontra-se no seio familiar, uma vez que, o tema sexo e tratado com estigma e preconceito impulsionando a desinformação que agrega o problema enfrentado.Segundo o SUS, 20% dos bebês que nascem de mães com idade entre 14 e 19 anos morrem em decorrência de complicações que advém do biológico materno, ou seja, essas mães não possuem estrutural corporal pra segurar uma gravidez saudável e segura.Esses problemas que percorrem sobre a gravidez na adolescência funcionam como um forte empecilho para conter o problema.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira.Destarte, com o intuito de mitigar a falta de ações governamentais para redução da gravidez na adolescência, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio, do Ministério da Saúde será revertido em campanhas de prevenção da gravidez, através de programas em unidades básicas de saúde e escolas, a fim de informar sobre métodos contraceptivos e educação sexual, e também distribuir preservativos, como camisinhas e pílulas.Desse modo, atenuar-se-á médio e longo prazo, o impacto nocivo da falta de ações governamentais na gravidez de jovens mulheres.