Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/06/2020

Segundo a constituição de 1988, todo indivíduo deve ter uma vida digna em relação a saúde e bem estar. No entretanto, na pratica, percebe-se que tal garantia está em descompasso com a realidade brasileira, principalmente no que tange a questão da gravidez na adolescência. Esse cenário antagônico ocorre não só em razão da alienação social mas também pelo descaso governamental.

Em primeiro plano, é necessário entender que a gravidez precoce se dá pela alienação social que e um fator que contribuí para o aumento da problemática. Seja pela falta de diálogo em relação a educação sexual, quanto a falta de experiência. Uma prova desse fato é que segundo o jornal virtual G1, a gravidez atinge os jovens entre 15 a 19 anos muitas vezes na primeira relação.

Além disso, é notório que a ineficácia governamental em relação, agrava ainda mais no quadro da problemática. Uma vez que o governo não busca realizar projetos ou campanhas alertando as doenças que vem junto a gravidez precoce. Uma evidência desse fato é que ainda de acordo ao site de notícias G1, não há, em geral, campanhas de conscientização e propostas de educação sexual Consequentemente, a uma falha em mobilizar os cidadãos a praticar de diálogos, e prevenção em relação ao sexo.

Percebe-se portanto, que o combate a gravidez precoce enfrenta barreiras preocupantes. Para combater tal empasse, é necessário que o Ministério da Saúde em parceria ao Governo Federal crie campanhas de conscientização sexual, sobre doenças que acompanham a gravidez precoce. Além do Ministério da Educação propor a inclusão de aulas de Educação sexual desde o fundamental I. Assim servindo de incentivo para que aos brasileiros quebrem tais barreiras que os impedem de ter diálogo em relação ao sexo, e que os jovens se concientize desde cedo sobre os agravantes que caminham junto a gravidez.