Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/06/2020

Adolescentes e a falta de informação sobre gravidez.

No Brasil, conforme os anos foram passando, a gravidez na adolescência vem caindo aos poucos, mas ainda tem um número alto de adolescentes entre 15 a 19 anos que já são mães ou estão a espera de um bebê.

Há anos, a gravidez na adolescência se torna um assunto comum, mas com pouca visualização nas mídias, escolas e campanhas do governo, os adolescentes ficam carente de uma informação mais transparente e de modo educativo e descontraído, puxando a atenção deles.

Atingido a maior parte as adolescentes com família de baixa renda, mostra como esse assunto ainda é um tabu para os pais ou responsáveis explicarem de uma maneira simples e aberta, como é importante o uso de métodos contraceptivos como a camisinha e anticoncepcionais, encontrados gratuitamente em postos de saúde e de campanha pela cidade.

É importante esse diálogo entre pais e filhos, com intuito de informar e preparar o adolescente para uma futura relação sexual, com segurança, responsabilidade e cuidados, para além de evitar uma gravidez indesejada, também evitando o contágio de doenças sexualmente transmissíveis. Assim como os pais, as escolas, os postos de saúde e o governo, fazendo ações políticas e públicas sobre os riscos e desafios de uma gravidez na adolescência.