Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 28/05/2020
Segundo dados publicados pela ONU (Organização das Nações Unidas), no Brasil, a taxa de gravidez na adolescência é de 62 em um grupo de 1000 jovens, enquanto a taxa média mundial é de 44 em um grupo de mil nessa faixa etária. De acordo com esse dado, não há dúvidas de que o Brasil tem um alto índice em relação a média global. Portanto, para diminuir esse índice, é necessário que crianças e adolescentes, antes de iniciar sua vida sexual, tenha acesso à informação e aos métodos contraceptivos. Além disso, o governo deve disponibilizar palestras educativas e rodas de conversas sobre sexualidade, demonstrando riscos de gravidez e doenças, apresentando métodos de prevenção.
A princípio, vale ressaltar que a gravidez na adolescência pode acarretar em problemas físicos, psicológicos e sociais sérios. Físico, porque o corpo da adolescente, por estar em desenvolvimento, não está totalmente preparado para dar a luz, tornando-se em uma gravidez de risco. Psicológicos, pois a gravidez pode acarretar em rejeição do filho, pela rejeição da sociedade. Sociais, por consequência da exclusão do grupo de amigos, evasão escolar e pela interrupção na vida profissional. Assim, para diminuir esse índice deve-se promover ações governamentais para a sua redução.
Outro aspecto a ser observado é a necessidade de palestras, oficinas e rodas de conversa para promover o empoderamento da mulher para as mesmas exigirem que os homens assumam sua responsabilidade em relação a sexualidade. Além disso, é importante lembrar que a vida sexual dos adolescentes está acontecendo cada vez mais cedo. Nesse sentido, é importante que o governo se atente, para que leve a informação aos jovens antes da primeira relação sexual, já que, os mesmos terão conhecimento do que estão fazendo, dos riscos que podem vir a acontecer e formas de prevenção.
Fica evidente, portanto, que deve-se promover palestras e oficinas sobre educação sexual, a fim de diminuir o alto índice de gravidez na adolescência Essas palestras devem ser feitas para crianças e jovens em escolas públicas e privadas, pelo Ministério da Educação e da Saúde. Essas palestras devem ser feitas por profissionais da saúde na área de sexualidade remunerados, para levar as informações precisas para os jovens.