Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 29/10/2019
A O.N.U. (Organização das Nações Unidas) estabeleceu o dia 26 de setembro como Dia Mundial da Preservação à Gravidez na Adolescência e lançou campanhas internacionais para conscientização. Entretanto, o combate imposto é divergente da realidade atual. A falta de educação sexual nas escolas é um grande fator para a elevada taxa de adolescente grávidas entre 10 e 20 anos, além de muitos casos em que o bebê corre riscos de saúde, e na grande maioria as mães são de baixa renda.
Primeiramente, a educação sobre sexo nas escolas muitas vezes é banalizada ou se o assunto é tratado pelo professor não há interesse do aprendizado, sendo ridicularizado ou minimizado. Segundo o E.C.A (Estatuto da Criança e do Adolescente) toda criança tem direito à vida, saúde, entre outros, mas hodiernamente vemos diversas espalhadas pelos cantos do país, principalmente em bairros mais pobres e favelas das grandes cidades sob péssimas condições sociais.
Segundamente, muitas delas tem problemas de saúde, sendo o fato ligado ao negligenciamento da mãe. O jornal O Globo aponta que um terço dos bebês nascidos não tiveram pré-natal adequado, gerando consequências para a mãe e o feto, implicando em complicações como parto prematuro, doenças e até a morte. Podem os números serem reduzidos, através da conscientização tanto das meninas como dos meninos, empenhadas através da educação básica respeitando as normas.
Portanto, são necessárias medidas para amenização do processo de gravidez na adolescência. Diante disso, o Ministério da Saúde deve intervir com campanhas sobre a preservação, divulgando nas redes sociais e escolas, além da grade de Base Curricular aderir mais aulas sobre o ensino sexual que deve ocorrer com preservação, garantindo mais saúde aos jovens, vida e educação, gerando brasileiros mais conscientes e menores índices de abandonos pelos pais.