Abandono de incapaz em questão no Brasil
Enviada em 24/07/2022
O quadro expressionista ‘‘O grito’’, do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. De maneira análoga a isso, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de milhares de indivíduos assolados pelo abandono de incapaz em questão no Brasil, é amiudadamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o abandono de incapaz em questão no Brasil e o abandono afetivo.
Em primeiro lugar, evidencia-se o abandono de incapaz em questão no Brasil. Sob essa ótica de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmun Bauman, que se diz presente na sociedade, porém, sem cumprirem sua função com eficácia. Dessa forma, para a completa refutação do estudioso polonês e mudança dessa realidade, torna-se imprescindivel uma intervenção estatal.
Além disso, é notório que o abandono afetivo precisa da atenção do governo para a resolução do problema. Desse modo, de acordo com a filósofa francesa Simone de Beauvoir, ‘‘O mais escandaloso dos escândolos é que nos habituamos a eles’’. A afirmação atribuida pode facilmente ser aplicada ao abandono afetivo, já que mais escandalosa do que essa problemática é o fato da população se habituar a essa realidade. Em face do exposto, o aumento de abandono afetivo e o abandono de incapaz em questão no Brasil só tem a perdurar. Logo é inadmissivel que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o abandono de incapaz em questão no Brasil e o abandono afetivo. Dessa maneira cabe ao governo e á sociedade, por meio de palestras, noticiários, campanhas, divulgações. Adote essas e diversas outras no cotidiano, assim tendo uma sociedade igualitária. Somente assim, os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.