Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 15/01/2021
Civilizações antigas, com os gregos, romanos e também os nativos americanos, sempre colocaram os idosos em uma posição de prestígio dentro do corpo social. Entretanto, na contemporaneidade, o respeito pelos mais velhos vem diminuindo, algo que fica evidente com a ocorrência do abandono de idosos, ato nocivo para o bem estar social. Isso ocorre, pois, não há uma instituição forte para a defesa dos direitos dos idosos e porque não existe uma devida educação financeira para nossos cidadãos.
Em primeiro lugar, a falta de uma organização equipada financeiramente para defender os direitos dos idosos contribui para os casos de abandono. Uma vez que não existe uma instituição federal financeiramente capaz de cuidar dos cidadãos velhos nessa situação, fica difícil resolver o problema. Dessa forma, desamparados pela inexistência de um órgão do governo que zele pelo bem deles, alguns idosos continuarão sofrendo os males do descaso.
Além disso, muitas da situações de dificuldade na velhice se dá pela falta de planejamento financeiro crônica dos brasileiros. De acordo com um estudo feito pelo Banco Mundial, 89% dos brasileiros alegaram não economizarem dinheiro para o futuro. Em outras palavras, a maioria da população não está se preparando hoje para que possam viver a terceira idade tranquilamente. Por consequência, a falta de educação financeira contribui para um possível desamparo futuro do cidadão.
Logo, se faz necessária a tomada de medidas para combater o abandono de idosos. Dessa maneira, o Executivo Federal deve criar o Ministério do Idoso, que deverá criar centros públicos para abrigar e cuidar de idosos em situação de abandono, através da contratação de agentes sociais e enfermeiros, com a finalidade de garantir aos mais velhos desamprados uma terceira idade digna. Além disso, o Ministério da Educação deve fazer palestras e aulas em todas as instituições de ensino do país, para conscientizar os cidadãos da importância que as boas práticas financeiras no presente têm no futuro de suas vidas.