A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 01/07/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea brasileira é oposto do que o autor prega, uma vez que a violência obstétrica apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Dessa forma, torna-se fundamental a discussão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Prencipualmente, é fulcral pontuar que mesmo com o grande número de casos de violência obstétrica no Brasil, esse assunto ainda é um tabu na população brasileira. Conforme, uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo e pelo Secs em março de 2014, aproximadamente uma em quatro mulheres no Brasil já sofreram com algum tipo de violência no parto. Isto, mostra a decadência do nosso país, que mesmo com essa imensa quantidade de casos ainda não foi aprovada uma lei específica no país, contra essa violência.
Ademais, é imperativo ressaltar o tratamento médico como promotor do problema. Portanto, a partir desse pressuposto, vale salientar que atualmente existe inúmeros casos de partos cesarianas, pois os médicos induzem indiretamente as pacientes a optarem por esta forma, tentando convencê-las que é o procedimento mais adequado, que muitas vezes é desnecessário podendo trazer consequências para o bebê e a mãe, e infelizmente como muitas não possuem o conhecimento necessário sobre o assunto elas optam por seguir as instruções dos médicos, mostrando como estamos vivenciando um momento de desumanização da medicina em prol da velocidade. Dessa forma, em o Renascimento do parto, documentário da Netflix, mostra técnicas e discussões sobre esse assunto, sendo interessante para a sociedade compreender a questão da mercatilizaçao no parto, tratando-se de algo importante para o conhecimento feminino. Desse modo, faz-se mister o debate desse assunto de forma urgente.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço dessa problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a violência obstétrica no Brasil, necessita-se, urgentemente, que o órgãos governamentais, direcione capital que por intermédio das prefeituras, será revertido em leis que torne obrigatório a discussão dos médicos com os pacientes, sobre o procedimento do parto e cuidados que devem ser tomadas, e também que o ministério da saúde, divulgue todas as possibilidades de parto para que as mulheres tenha conhecimento sobre o assunto, antes de decidiram a forma de ter o bebê e para que o processo ocorra da melhor forma possível. Por isto, o governo como principal órgão responsável pelas decisões relacionadas à esse tema, deve investir na construção dessas ideias para que futuramente esse problema seja uma mazela no país. brasileira.
a urgente. Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço dessa problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a violência obstétrica no Brasil, necessita-se, urgentemente, que o órgãos governamentais, direcione capital que por intermédio das prefeituras, será revertido em leis que torne obrigatório a discussão dos médicos com os pacientes, sobre o procedimento do parto e cuidados que devem ser tomadas, e também que o ministério da saúde, divulgue todas as possibilidades de parto para que as mulheres tenha conhecimento sobre o assunto, antes de decidiram a forma de ter o bebê e para que o processo ocorra da melhor forma possível. Por isto, o governo como principal órgão responsável pelas decisões relacionadas à esse tema, deve investir na construção dessas ideias para que futuramente esse problema seja uma mazela na história brasileira. [22:43, 29/06/2021] Leonice: F