A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 31/01/2021

Violência de caráter físico, psicológico, praticada pelo médico, pela equipe responsável ao parto, vem tomando proporção no Brasil, onde mulheres são mal-tratadas em uma fase especial para a maioria das famílias, que é o parto. Sendo necessário, auxílio dos orgãos responsáveis, para restituir a confiança dos pais em relação aos procedimentos realizados em hospitais.

Nesse contexto, conforme Sócrates, “os erros são consequência da ignorância humana”. Certamente com a evolução do capitalismo as relações entre máquinas e aparelhos tecnológicos vem intensificando-se. Os seres humanos estão cada vez mais deixando suas relações afetivas de lado, sendo seduzidos pelos aparelhos e aplicativos de entretenimento.

De acordo com a Organização das Nações Unidas, “quase metade do total de nascimentos no Brasil acontecem por cesariana e na rede privada chega a quase 90%”. Visto que, as famílias estão opitando por partos com cesaria, o medo de seguir pelo parto humanizado é um dos motivos principais de haver essa discrepância entre as opções de parto.

Portanto, fica a disposição do Ministério da Saúde e órgãos de medicina propor políticas públicas que modifiquem o modo como as gestantes brasileiras são tratadas, atráves de cursos extracurrículares para profissionais de saúde já formados adentrarem no tema da humanização dos partos. Ademais, esses temas sendo gerenciados com coerência colaborarão para o retorno, mesmo que tímido, da busca por partos humanizados.