A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 17/09/2019

Segundo o filósofo John Stuart Mill, “sobre o seu corpo e mente, o ser humano é soberano”. Entretanto nos hospitais brasileiros, essa ideologia não é aplicada, tendo em vista a violação da integridade humana, devido à existência da violência obstétrica. Com isso, analisar não só a falta de empatia, mas também a falta de infraestrutura educacional é muito importante pois intensificam à problemática.

Primeiramente, é de extrema importância pontuar que a educação superior na saúde é subfinanciada no Brasil, haja vista a carência de hospitais universitários, assim como a falta de professores qualificados. Desse modo, a formação dos estudantes se torna idealista, que ocasiona profissionais incapacitados na área da saúde a suprir as demandas sociais na sociedade. Isso fica nítido com os dados da organização mundial da saúde (OMS), que diz que prevalece o parto cesariano, pois requer menos esforço de quem faz o procedimento, mas é danoso a mulher, devido à  cicatrização delicada.

Além disso, os dias atuais são marcados pela falta de empatia, e para comprovar, basta verificar o tratamento d saúde pública ofertado às parturientes, de acordo com a revista veja, 25% das gestantes sofreram violência durante o trabalho de parto, como: banho frio, falta de alimentação, cirurgia sem anestesia etc. Contudo, o direitos integridade física e mental é prejudicado.

Pode se concluir que, é extremamente necessário reformular as políticas públicas de saúde, com a finalidade de proteger a dignidade da gestante, e contudo desenvolver sua soberania. Fica sobe dever do Ministério da Educação disponibilizar um aplicativo à população para mostrar a receita e os gastos na educação superior e denunciar as instituições que não proporcionam tais ensino e infraestrutura coerente com seus gasto. A sociedade em parceira com os sociólogos, devem disseminar a importância da empatia para uma vida social boa  através de cartazes entre outros recursos. Por consequência, a violência obstétrica acabará na cultura brasileira.