A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 19/09/2019

Sobre o corpo e mente o ser humano é soberano

De acordo com o filosofo britânico John Stuart Mill, sobre o corpo e mente, o ser humano é soberano. Todavia, tal ideologia apresentada não é posta em prática nos hospitais brasileiros, haja visto a violação da integridade física e mental da gestante, caracterizado como violência obstétrica. Contudo, é percebível a perda de valores altruístas dos indivíduos sobre outro o mesmo que desencadeia sentimentos de antipatia nos meios sociais. Vale ressaltar, em primeiro plano, de que forma a violência obstétrica é posta nos hospitais. Isso ocorre, em grande parte, pelo meio da escolha do parto, ou seja, os médicos que são responsáveis pelas gestantes optam pela cesariana devido a maiores custos as pacientes, as quais normalmente não prefeririam tal decisão, infringindo seus direitos que pela lei 3947 da constituição a partir da 39 semana de gestação as gravidas poderão escolher a forma de parto. Ademais, sobre as infraestruturas proporcionadas pelos hospitais, são extremamente precárias, visto que 75% das gestantes não receberam alimentação durante o trabalho de parto o qual é aconselhado pela OMS, logo, explicita a falta de investimento neste meio. Outrossim, a falta de empatia dos médicos pelas gestantes, dado que o capitalismo é posto em primeiro plano, segundo Martin Luther King, não existe nada mais perigoso no mundo do que a ignorância sincera e a estupidez consciente. Contudo, a negligencia dada tanto pelos profissionais de saúde quanto os hospitais no parto representam um dos males vividos na sociedade contemporânea, como, o não direito a acompanhantes ocorridos em 71% na hora da gravidez, visto que tal direito é previsto em lei desde 2005, por exemplo. Conforme informações supracitadas, mudanças são necessárias a fim de combater a violência obstétrica no Brasil, logo assim, devolvendo a soberania conforme Stuart a mulher. Logo, o Ministério de mídia deveria promover a divulgação de tal violência as gestantes e seus direitos, que são conhecidos por poucos indivíduos. Pelo Ministério da justiça deve-se criar um projeto de lei cujo fundamento visa a punição em forma de crime os atos de não concordância dos médicos que impune formas de parto por capital .