A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 11/09/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde , segurança e bem-estar social. Conquanto , a violência obstetrícia presente no Brasil impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática , seja pelo desconhecimento das leis por parte da sociedade , seja pelo descaso do poder público. Nessa perspectiva , esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos casos de violência obstetrícia, haja vista que , segundo dados site ,O Jornal de Todos os Brasis ,  em 2011, 78%  dos alunos do ensino médio desconheciam os direitos fundamentais da Constituição Federal. Diante do exposto , fica evidente que a ausência de uma educação constitucional faz da sociedade um ambiente muito  propício a violência e crimes contra  as mulheres e seus  familiares.

Outrossim, destaca-se o descaso do Governo Federal como impulsionador do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles , a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira, análoga é possível perceber que no Brasil o Poder Judiciário e Legislativo  rompem essa harmonia , haja vista que não fiscaliza de forma eficaz a conduta ética dos profissionais da área da saúde , e não promove campanhas em TV , postos de saúde evidenciando os direitos da gestante e da família no momento o parto .