A Violência Contra a Mulher
Enviada em 04/12/2020
A violência é presente diariamente na sociedade brasileira, principalmente nas vidas das mulheres. Segundo o site G1, uma em cada quatro mulheres brasileiras foram violentas nos últimos dois anos, e cerca de 59% das pessoas já presenciaram algum tipo de agressão contra a mulher. Desde a antiguidade, as mulheres são vistas como inferiores e objetos pertencentes aos homens, pois a única função que pode exercer a de esposas e donas de casas.
Porém, no século XVIII, com o avanço da Primeira Guerra Mundial, a maior parte dos homens eram alistados para como reformados. Com isso, para as industrias não falirem, formar a empregar as mulheres, visto que trabalhavam por mais tempo, no entanto recebiam a metade do salário dos homens. Essa violência e desigualdade são fatores de uma cultura machista que ainda possui influencia na sociedade contemporânea.
Na novela Fina Estampa, transmitida pela emissora Globo, a personagem “Celeste” é vítima de diferentes tipos de violência - sendo elas, psicológica, física e domiciliar - por seu esposo “Baltazar”. Nos episódios, é perceptível a romantização do relacionamento abusivo que ela sofre, pois não havia mais liberdade em tomar suas decisões próprias e sendo tratada como “saco de pancadas” quando seu parceiro estava bêbado ou enciumado. Além da ficção, as mulheres são sempre um comportamento abusivos dentro de seus lares, como exemplo, Maria da Penha e Frida Kahlo, matando de violências domésticas.
Ademais, o Brasil possui coleções de leis que combatem os diversos tipos de violência contra a mulher, inclusive o feminicídio. Entretanto, é o quinto país no mundo que mais mata mulheres, o que mostra a ineficiência na prática de assegurar o cumprimento da legislação e o direito fundamental da segurança para a população. Além disso, o mercado de trabalho brasileiro trata a profissional como frágil e incapaz por ser mulher, o que demonstra o machismo enraizado desde os séculos passados. Portanto, diante da consequência dos fatos, é necessário reduzir a violência contra a mulher. O Governo, por intermédio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, deve ampliar o número de Delegacias da Mulher, disponibilizando advogadas para o acompanhamento das vítimas e certificando-se que como próprio saberão os seus direitos. Garantindo também a segurança através de medidas protetivas entre a vítima e o agressor. Assegurando também a igualdade política e profissional no mercado de trabalho, como exemplo, fiscais regionais de empresas. Dessa forma, o país garantirá a segurança para todas as mulheres