A Violência Contra a Mulher

Enviada em 07/10/2020

O feminicídio no Brasil

A cada quatro minutos uma mulher é violentada por ao menos um homem, segundo o Ministério da Saúde em 2019. O desrespeito a figura feminina na sociedade é caracterizado dentro de um sistema patriarcal, situado desde a colonização do Brasil. A subordinação designada ao papel da mulher para o homem é o inicio da inferioridade imposta a elas.

A educadora, Nísia Floresta foi pioneira na educação para mulheres no Brasil, pois em épocas anteriores a concepção de estudos para o gênero feminino era desnecessária. A cultura do machismo está enraizada, apenas em 1932 o voto feminino foi considerado nas eleições, e em 2006 foi sancionada a lei Maria da Penha para prevenir e coibir a violência doméstica e contra a mulher.

A lei aprovada em 2006, só deve seu fundamento a partir da dupla tentativa de feminicídio por parte do ex-marido de Maria da Penha. Passando por seu medo e vergonha, foi atrás de seus direitos e lutou ate fim para a prisão de seu ex-esposo. Ela foi uma de muitas mulheres que sofreram e sofrem violência apenas pelo seu gênero, que conseguiu enfrentar seu opressor e a sociedade da época.

O feminicídio em momento de pandemia mundial, no Brasil, comparando com o ano de 2019, obteve em aumento de 22,2% nos três primeiro meses do ano. Porém a denúncia contra essas violências não foram catalogadas, dentre dos motivos, se encontra a precaução diante ao vírus e da não permissão da saída da mulher pelo homem.

A denúncia contra diversas violências a mulher são inferiores a quantidade de casos que a acontecem a cada hora. A vergonha de falar sobre o assunto e o medo de seus opressores, as impedem de noticiar o ato. Diante disso, a colocação desse assunto em escolas, para debates e conscientizações seria de extrema importância para todos se informarem da utilização do número 180 e identificarem o começo de violências físicas, psicológicas, sexuais, morais e patrimoniais.

O aniquilamento da violência propagada a mulher é