A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 01/03/2021
Os atos totalmente machistas que aconteceram no passado do Brasil, como a exclusão das mulheres no futebol, durante a Era Vargas, na década de 40, reflete até os dias de hoje mesmo com a “inclusão” do gênero em diversos esportes. Porém, ao enxergar essa condição excludente às mulheres ao esporte no país, é nítido que elas não tem os mesmos benefícios que os homens tem dentro da área esportiva. Diante disso, é necessário analisar as principais consequências que esse gênero vem sofrendo nos esportes.
É válido ressaltar, que o problema se origina, principalmente, por ideologias de uma sociedade machista. Na Grécia Antiga, foi visto que diversas mulheres se afastaram dos esportes após diversos discursos que diziam, basicamente, que mulheres que praticavam esportes às tornariam masculinizadas, ou, também, que elas não tinham porte físico para praticar tais atividades. Diante desse viéis, é inadimissível que as mulheres não tenham seu lugar no esporte hoje em dia, pois, existem diversas promessas do sexo feminino que podem trazer alegria ao povo brasileiro praticando os esportes que gostam, e que, buscam oportunidades diante grandes competições como por exemplo, as Olimpíadas, que acontecem de 4 em 4 anos.
Por mais que, após muita luta, o número de participantes femininas nas Olimpíadas e em outras competições vem crescendo cada vez mais, ainda não existe um cenário igualitário com ambos os gêneros, mostrando que as mulheres não tem a mesma influência, visibilidade e tratativa que os homens. Diante disso, pode-se comparar duas personaldiades do cenário futebolístico, Marta, 6 vezes melhor jogadora do mundo pela FIFA e o jogador Neymar, que nunca recebeu tal prêmio. Porém, isso é insignificante diante essa sociedade machista, pois, Neymar recebe 290 mil dólares por gol, enquanto a jogadora recebe 3,9 mil dólares.
Portanto, é perceptível que tal situação desanime novas mulheres para que se tornem jogadoras de futebol no país e no mundo. Nesse contexto, é necessário que orgãos como FIFA e Conmebol, tornem os salários mais justos de acordo com a perfomance de cada atleta, e não por gênero. Também, as emissoras de televisão podem dar mais visibilidade as mulheres, transmitindo suas partidas e consequentemente criando vínculos entre atleta e telespectador. Assim, deixando o esporte feminino mais bem visto por outras pessoas ao redor do mundo, e também, animando novas mulheres que sonham em ser jogadoras.