A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 28/01/2021
Promulgada pela Organização das Nações Unidas(ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos propõe como um dos fundamentos principais a igualdade de genêro. No entanto, a participação feminina no esporte é uma problemática para que isso ocorra de fato. Isso se evidencia não só pela falta de recursos públicos, como também pelo preconceito enraizado na sociedade.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar que a falta de recursos públicos para clubes femininos é um dos principais problemas. Não só falta investimentos como também os salários das jogadoras seja de qualquer modalidade são inferiores a de um jogador de time masculino. Ademais, essa falta de recursos faz com que as mulheres percam espaço no mundo dos esportes não podendo mostrar seu talento.
Concomitantemente, o preconceito da sociedade com as mulheres no esporte também pode ser apontado como fator preponderante. Convém lembrar que na Grécia Antiga, o fato da mulher ser considerada “sexo frágil” enquanto os esportes seriam para os fortes, ainda reflete na sociedade atual. Infelizmente, mesmo com todos os feitos e conquistas das mulheres no esporte, muitas pessoas continuam com esse pensamento arcaico.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Nesse viés, urge que o Estado, por meio de projetos e politicas públicas, promovam nos clubes femininos um investimento maior, a fim de trazer visibilidade e valorização. Outrossim, cabe a Midia, por intermédio de campanhas e debates em espaços públicos, ampliar a mente das pessoas e desconstruir esse preconceito de genêro. Dessa forma, será possível mitigar a problemática atual.