A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 15/01/2021

Na Antiguidade Clássica, na cidade de Atenas,os esportes eram exclusivos para homens assim como a vida pública. Dessa forma o homem desenvolvia seu corpo física e motoramente e a mulher herdava o nada honroso título de “sexo frágil”. Nesse contexto , é possível análisar que os desafios da participação de mulheres no esporte brasileiro é uma herança cultural que ocorre não só pela crença de que a mulher é inferior e mais fraca que o homem mas também pelo desinteresse da mídia contemporânea em promover o esporte feminino.

Em primeiro plano, vale destacar que uma das metas da ONU para 2030 é igualdade de gênero, visando eliminar esteriótipos que vêm acompanhando as mulheres a anos. Entretanto , cumprir essa meta não têm sido uma prioridade para o governo brasileiro e menos ainda para a mídia televisiva que não divulga os jogos femininos com o mesmo entusiamos e empenho dos jogos masculinos.

Em segundo plano , é oportuno comentar que conforme dados do jornal O Globo , a cada 5 meninas em período escolar , 4 preferem balé e apenas 1 futebol. Embora dança e esporte não tenham gênero , em um país estruturalmente machista , as meninas são criadas pelas mães com bonecas e panelinhas e os meninos com bolas e jogos , ou seja , um garoto bailarino não é facilmente aceito no Brasil assim como mulheres que optam por jogar esportes como futebol profissionalmente.

Desse modo, cabe ao Governo Federal desenvolver