A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 14/01/2021

O filme norte-americano “Ela é o cara” conta a história de Viola, uma adolescente, que ao ter seu time de futebol cortado pela diretoria de sua escola, que támbem nega sua participação no time masculino, resolve  se vestir como seu irmão gêmeo para poder disputar um campeonato. Embora fictícia a obra retrata, perfeitamente, a triste realidade de várias atletas brasileiras, que também sofrem com o machismo ainda muito presente na sociedade e com a falta de incentivo ao esporte feminino.

Diante desse cenário, destaca-se o machismo ainda muito presente em todos os âmbitos da sociedade, inclusive, no esporte. Tal atraso de mentaliade, pôde ser observado durante o governo, de Getúlio Vargas, quando os times de  futebol  feminino foram proibidos pois, segundo o político, a natureza delicada das mulheres não era compatível com o esporte. Esse fato, ocorreu a várias decádas, porém ainda reflete a mentalidade de uma grande parte da população, mesmo que atualmente, as mulheres já tenham  provado que  são  tão competentes quanto os homens. Como é o caso da artilheira Marta que ultrapassou Pelé em números de gols pela seleção Brasileira.

Além disso, a falta de incentivo ao esporte feminino também é um fator a ser observado. Tal fato, é escancarado pela lista dos 100 atletas mais bem pagos de 2020, feita pela famosa revista de nogócios e economia norte-americana Forbes, na qual apenas 2 mulheres aparecem. Esse acontecimento, está claramente ligado ao baixo incentivo que as atletas recebem não apenas no Brasil mas no mundo todo.

Diante do exposto é nítida a necessidade de solução da problemática. Portanto é dever do Ministério da Cidadania promover uma maior representatividade feminina no esporte, por meio do aumento de verbas destinadas a times famininos amadores e profissionais, além da organizar competições femininas de esportes escolares, em parceria com o Ministério da Educação, para que aja maior valorização e incentivo as atletas. Assim o país se tornará um lugar mais igualitário para todos e nenhuma mulher terá que passar por uma situação semelhante a de Viola.