A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 01/08/2020
De acordo com Declaração Universal dos Direitos Humanos- promulgada em 1948 pela ONU (Organizações das Nações Unidas)- todos os cidadãos sem qualquer distinção tem direito a cultura e ao lazer. Ao analisar o tema, vê-se que a participação da mulher no mundo esportivo é algo recente, logo, que no ano de 1941 existia uma lei que proibiam as mulheres de praticarem de qualquer tipo de desporte. Porém, no ano de 1949 no fim da ditadura militar brasileira está lei foi abolida, foi então que iniciou-se o ingresso da mulher nos esportes brasileiros. Nessa problemática, destacam-se a desvalorização do futebol feminino e o aumento do preconceito contra as mulheres atletas.
Em uma primeira constatação, é evidente que os homens são mais valorizados no futebol do que as mulheres. Tal como, a artilheira Marta, que em 2015 ultrapassou o rei Pelé marcando 98 gols vestindo a camisa da seleção brasileira, porém a jogadora não é titulada de " rainha Marta". Marta, também protestou em uma das comemorações de seus gols na Copa do Mundo Feminina em 2019, apontando para sua chuteira e mostrando que a mesma não tinha patrocínio, pois queriam pagar a ela um valor inferior ao que se paga a jogadores masculinos. Logo, é necessário uma intervenção para que comecem a enxergar as mulheres esportistas como qualquer outro atleta, com o objetivo de de alcançar a isonomia esperada pela sociedade.
Ademais, vale ressaltar que a situação é corroborada pelo aumento do preconceito contra mulheres atletas . No decorrer da formação do Estado brasileiro a inferiorização das mulheres se fez, presente durante parte significativa do processo. Isso aliado ao machismo contribui para que o problema persista até os dias atuais. Segundo, a ONG britânica Women In Sport 40% das mulheres já sofreram algum tipo de discriminação de gênero dentro trabalho esportivo. Por isso, é fundamental uma reforma nas atitudes da sociedade para que a descriminação deixe de ser uma utopia.
Portanto, algo precisa ser feito para amenizar o problema. Assim, a CBF ( Confederação Brasileira do Futebol) por meio de campanhas televisivas e divulgações na internet deve alertar aos torcedores, que descriminação dentro do meio esportivo também é crime e que o autor do delito ser pode apreendido. Nesse sentindo, o intuito das companhas é para orientar as pessoas que as mulheres também são ótimas profissionais, independente do gênero. Desse modo, esse problema pode ser gradativamente resolvido, pois conforme diz Gabriel o pensador, " Na mudança do presente a gente molda o futuro."