A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 01/08/2020
Há quem acredite que as mulheres conquistaram o direito a equidade social em muitos âmbitos profissionais, entretanto não é bem assim que vemos os cenários atualmente, tal como a participação feminina no mundo dos esportes. A problemática é relacionada não somente aos recursos financiados a esta área, mas como também o preconceito enraizado na sociedade.
Em primeira análise, o futebol é o principal esporte em que ocorre essa desigualdade, a título de exemplo podemos citar a jogadora Marta, que possui inúmeras conquistas em jogos, tendo superado até mesmo o Pelé e se tornado a maior artilheira de toda a história da seleção brasileira, segundo o site esportivo ESPN. Não obstante, a mesma não tem seu mérito valorizado comparado a outros jogadores masculinos que recebem o triplo sem terem alcançado metade desses feitos.
Outrossim, acredito que tal discriminação tem vinculação com o fato de poucos anos atrás ter havido um decreto nomeado de 3199, onde proibia que qualquer mulher praticasse desportes por condições de natureza. Ou seja, o preconceito e machismo não são coisas que tiveram evidência somente agora. Diante de tal contexto, torna-se fundamental que os indivíduos possam valorizar cada vez mais cada avanço que o universo feminino consiga realizar e cuide como prioridade o combate a toda intolerância.
Conclui-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver esta questão. Imprescindível o Estado, juntamente ao Ministério da Educação, Esporte e Cultura, que haja vista o seu dever em assegurar uma educação qualificada para todos, planeje e desenvolva projetos e políticas públicas para estimular meninas e jovens a realizarem atividade esportivas, além de encorajar, por meio das escolas e da mídia, um embate a qualquer hostilidade, com o intuito de ter uma valorização maior e dar mais diversidade a essa camada. Dessa forma, é possível aproximar-se do objetivo principal e alcançar os privilégios estabelecidos.