A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 31/07/2020
A prática esportiva acontece desde os tempos mais antigos. Na Grécia, os jogos olímpicos tornaram-se tradição que percorre o mundo até os dias atuais e ocorre a cada quatro anos. Na contemporaneidade, a valorização das atletas brasileiras tem sido diminuta em virtude do preconceito e da falta de credibilidade, a trazer consequências para a coesão social.
Principalmente, deve-se ressaltar o histórico patriarcal. Mesmo com as mudanças nesse quesito e da infinidade de informações veiculadas, a discriminação ainda ocorre. Desse modo, mulheres são rebaixadas apenas por conta do gênero, haja vista a jogadora Marta, que ultrapassou Pelé em saldo de gols, mas não obteve tanto reconhecimento. Isso faz com que elas se sintam menosprezadas perante os homens e pode culminar em transtornos psicológicos, como depressão, de longo e doloroso tratamento.
Outrossim, há a escassez de patrocínio. Embora a mulher prove sua competência na execução de muitas atividades masculinas, muitos investidores preferem bancar homens. Dessa maneira, atletas com facilidade para ganhar medalhas permanecem ofuscadas. Assim, são desencorajadas a seguir tal profissão, por medo de não ascenderem e se destacarem. Ademais, existiu um Decreto-lei que não permitia práticas esportivas diferente da natureza feminina, em 1941, o que endossou o distanciamento entre os sexos.
Então, para minimizar os efeitos da rotulação e da carência financeira, é necessário, portanto, contar com ações do Ministério da Educação e das Secretarias de Esporte e Lazer e, assim, estancar a problemática. Deve haver campanhas de conscientização em escolas e espaços públicos, por meio de palestras e oficinas, a fim de diminuir o preconceito e fomentar o gosto pela atividade, sobretudo por mulheres, a aumentar a quantidade de atletas e o exercício cidadão. Por fim, aumentar investimento a elas, por intermédio de planos estratégicos e bonificações ao patrocinador, a alavancar números e destruir questionamentos sobre capacidade e garantir direitos como membro da sociedade e sua plenitude.