A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 31/07/2020
No Período Helenístico, os cidadãos eram entretidos com os Jogos Olímpicos. Todavia, as mulheres, em detrimento de não possuírem cidadania, eram segregadas diante de tal evento. Na contemporaneidade, apesar desse grupo ter galgado diversos direitos, a valorização do esporte feminino no Brasil ainda é um a ser contemplado. Dessa forma, com o fito de superar os entraves dessa problemática, faz-se necessário analisar essa premissa com um viés meticuloso a fim de solucioná-la.
Em primeiro lugar, evidencia-se que o modelo patriarcal que impera na sociedade brasileira implica na dificuldade de afirmação do esporte feminino. Tal ideologia remonta ao final do período pré-histórico, no qual as mulheres eram limitadas a exercerem tarefas mais sutis - como cozinhar, tecer e cuidar dos filhos. Assim, em razão dessa idealização, foi-se criando a concepção de que não é adequado realizarem esportes por conta do esforço do corpo.
Além do mais, esse tipo de atividade é de suma importância no que tange à saúde mental e física. Segundo filósofo alemão Schopenhauer, o maior erro do ser humano é sacrificar sua saúde em detrimento de outra vantagem. Entretanto, uma vez que as pessoas do gênero feminino sofrem de exclusão, é perdida a oportunidade dessas exercerem seu direito à democracia, assim como a futebolista Marta foi submetida a inúmeros preconceitos ao longo de sua carreira.
Depreende-se, portanto, a necessidade de que sociedade brasileira se una em prol da valorização do esporte feminino. Cabe às escolas apoiarem as estudantes que possuem inclinação à prática do esporte por meio de palestras sobre o tema e do direcionamento a clubes de esporte. Ademais, é de responsabilidade das instituições esportivas a promoção e o financiamento de campeonatos entre esportes femininos. Logo, com essas medidas, o Brasil se tornará mais justo e coeso.