A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 01/08/2020
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o esporte feminino não é valorizado no Brasil, apresenta barreiras, as quais dificutam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto do conservadorismo arcaico permanente, quanto da sociedade em aceitar mudanças revolucionarias. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, afim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipualmente, é fulcral pontuar que a falta de valorização do esporte feminino no Brasil deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades e o conservadorismo arcaico ainda permanente nos dias de hoje. A figura feminina por muito tempo eram colocadas em espaços de sulbalternidades visto que, as mulheres eram vistas como sexo frágil. Devido a isso, as mulheres veio lutando gradativamente pelos seus direitos de igualdade de gênero sobre qualquer âmbito . Contudo, hoje depois de tantas lutas e reivindicações elas conseguiram, porém em pleno século XXI é perceptível o pensamento conservador das pessoas com relação as mulheres nos espaços esportivos. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar a não aceitação de mudanças revolucionarias pela sociedade. Partindo desse pressuposto pecebe-se o quanto a sociedade tem dificuldade em aceitar o novo, uma vez que o ser o ser humano continuam com pensamentos conservadores, de modo a não querer aceitar aonde as mulheres querem está e lutou para está. Tudo isso retrata a resolução do empecilho, já que a desvalorização contribui para esse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a desvalorização do esporte feminino no Brasil, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do ministério da educação será revertido em palestras ministradas pelos professores para alunos nas escolas, abordando temas de igualdade de gênero e valorização de mulheres no esporte, em conjunto com o ministerio do esporte fazendo politicas publicas para que a pratica do esporte feminino ganhe empoderamento e seja valorizado, visibilizado na sociedade atual. Desse modo, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da desvalorização do esporte feminino no Brasil alcancará a Utopia de More.