A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 03/04/2020
Todos os jogos femininos entraram nas olimpíadas apenas em 2012, em 1900 mulheres competiram pela primeira vez em Paris, no Brasil em 1913, onde houve um evento beneficente. Anos antes mulheres não tinham o direito de participar de campeonatos esportivos. Mesmo com essa entrada as jogadoras ainda não são valorizadas, é inadmissível que ganhem muito menos do que homens nesse ramo, além não serem ouvidas, e muitas vezes desrespeitadas.
Em primeiro lugar, as mulheres desde sempre foram vistas como o sexo frágil, após o início do movimento feminista as coisas mudaram um pouco. Entre 1960 e 1970 leis sobre o assunto foram fundadas, mesmo com essas leis são discriminadas e desvalorizadas em um nível absurdo. Devido a esse preconceito não tem o direito de realizar algumas atividades, após o feminismo conquistaram a igualdade, mas não completa. O futebol por exemplo sempre foi um esporte realizado por homens, visto como brutal de mais para mulheres, por isso a demora pela aceitação feminina.
Em segundo lugar, mesmo com a participação, recebem salário baixo, e raramente recebem patrocínio de marcas, como uma marca de chuteira. A jogadora de futebol Marta Silva, no jogo entre o Brasil e a Austrália, na copa feminina de 2019, entrou em campo chamando atenção com suas chuteiras inteiramente pretas sem nenhum patrocínio, apenas com um degrade de rosa e azul, chuteira da campanha #GolEqual, que defende a igualdade de gêneros no esporte.
Portanto deve-se sempre lutar por mais respeito as mulheres no esporte, interferindo na pouca quantidade de jogos femininos. Um meio de fazer isso acontecer é realizar campanhas na televisão, nos jornais, ou no campo mesmo como Marta fez, realizadas por jogadoras, e outas mulheres, todas devem lutar pelos seus direitos. Fazer o melhor para as gerações futuras de jogadoras.