A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 31/12/2019

Grécia Antiga,berço dos esportes masculinos,onde acreditava-se que as mulheres ficariam masculinizadas com exercícios físicos,além de não terem condições físicas para a prática.Ou seja,esporte não é para mulherer.Ao longo dos séculos,as mulheres lutaram e ainda lutam pela igualdade de gêneros.Uma delas é a nadadora Maria Lenk que em 1932,aos 17 anos,foi a primeira brasileira a participar de uma Olímpiada.Apesar de não ter ganhado medalhas,ela foi um grande incentivo para outras começarem a participar dos jogos.Mas, o COI(Comitê Olímpico Internacional) reconheceu as mulheres como atletas olímpicas apenas em 1936.E só em 2012,elas passaram a ter direito de participar de todas as modalidades olímpicas.Mesmo assim,ainda há um longo caminho a ser percorrido para driblar o preconceito e a falta de visibilidade e incentivo.

Segundo o relatório Movimento é Vida do (PNUD)Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,a prática de exercícios físicos por mulheres no Brasil é 40% inferior aos homens.Oque só reforça o fato de que as meninas ainda ganham bonecas,em vez de bola,kimono ou skate,e são incentivadas a cuidar da casa e da família.Na aula de educação física o futebol fica para os meninos e elas com a queimada.

Brasil,considerado o país do futebol,onde sabemos cada passo do futebol masculino,campeonatos internacionais e regionais,e se colocassemos cada patrocinador nos uniformes faltaria espaço.Enquanto o feminino muitos brasileiros nem sabem que desde 1991,existe a Copa Feminina de Futebol e que foram vice campeã em 2007.

Portanto, o Ministerio do Esporte e Educação deveriam criar projetos  nas escolas vizando o incentivo das meninas as práticas esportivas.O apoio financeiro para as atletas viriam das empresas privadas que teriam seus impostos reduzidos pelo Governo Federal.Os Ministerios da Mulher da Família e dos Direitos Humanos,junto com a Mídia veiculariam mais informações sobre o esporte feminino e valorizar as conquistas alcançadas.