A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 19/10/2019

Em toda história do Brasil o machismo e o sexismo sempre esteve entre os cidadãos e até nos dias de hoje é nítido, por consequência disso é observável que as mulheres ainda não estão ocupando todos os lugares que podem e devem ocupar. No futebol a participação de meninas vem crescendo diariamente e vem sendo desconstruído aos poucos todo o preconceito de gênero, portanto ainda é muito visível o impasse que impede muitas mulheres de terem visibilidade, retorno financeiro justo e respeito. Essa ideia que vem sendo construída culturalmente a muito tempo no país faz com que muitas garotas se afastam do esporte, achando que não é um lugar para elas.

Acima de tudo é triste de ver o quanto o governo vem fazendo tão pouco para a inclusão de mulheres no esporte e como isso vem sendo só debatido e tratado como problema no século atual. Por isso deve ser visto como uma prioridade para o estado, já que é um impasse que ocorre a muito tempo, mas apenas agora está sendo visto como uma gravidade social. Importante destacar que essa barreira é fruto do machismo e que para solucionar é de grande importância o combate contra o próprio.

No documentário “Mulheres Olímpicas” mostra detalhadamente o preconceito de gênero, o quanto as mulheres para conquistarem visibilidade e retorno financeiro, tenham que se esforçarem três vezes mais que os homens e mesmo assim, ganham menos e não tem o mesmo reconhecimento. Muitas atletas também reclamam da falta de estrutura nos treinos, falta de patrocínio e em alguns casos assédio sexual. A ausência de estruturação pode atrapalhar as jogadoras e deixarem despreparadas para campeonatos.

Em virtude dos fatos mencionados, é de responsabilidade do Ministério do Esporte disponibilizar toda estrutura necessária para as competidoras e quanto ao Ministério da Educação se dedicar a palestras em todas escolas do país, sobre a gravidade do machismo e sobre a inclusão de mulheres no esporte, para se combater o problema na raiz.