A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 19/09/2019

Historicamente as mulheres sempre estiveram em um “patamar” inferior em relação aos homens, elas por exemplo só conseguiram o voto no Brasil, na década de 1930, e desde então, não pararam mais. Segundo o relatório Racial de Futebol, a participação feminina nas Olimpíadas no ano de 1960, era de 11%, em 2016 saltou para 45%. É fato que o público feminina vem ganhando mais espaço, entretanto, o preconceito é vigente e a falta de incentivo governamental, agrava mais o quadro.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o Brasil, conhecido mundialmente como o país do futebol, tem olhos e valorização para o futebol masculino. Muitas vezes uma valorização excessiva. Segundo a socióloga Nathália Ziê: " O universo do esporte é muito masculino, e mutas vezes nós mulheres não somos levadas a sério". Além disso, a cultura que o esporte não se enquadra às mulheres, vigora até os dias atuais.

Em consequência, ocorre frequentemente a desestimulação feminina frente ao esporte, uma vez que a pouca credibilidade recebida, agravando assim a pouca visibilidade oferecida, faz com que elas não dediquem seu tempo às modalidades esportivas. Ademais, a desigualdade entre homens e mulheres exerce um papel determinador em qual carreira será escolhida pela minoria.

Desse modo, é de fácil percepção que as mulheres não recebem a devida visibilidade e tampouco a valorização necessária. Sendo necessário então que o Ministério do Esporte,destine uma maior porcentagem da verba recebida para o público feminino, assim, diminua a discrepância de diferença social. E também, as escola e instituições públicas e privadas, ligadas ao esporte, a incentivarem desde a infância a participação feminina nas modalidades esportivas.